terça-feira, 10 de outubro de 2017

20

Hoje faço 20 anos e aproveito sempre o melhor dia do meu ano para fazer uma introspecção daquilo que sou, daquilo em que me tornei e daquilo que preciso para alcançar todos os meus objetivos e melhorar-me enquanto pessoa.
Ao longo destes 20 anos de existência já fiz muito, pelo menos, a meu ver. Já estive em 16 países, começando aos 2 ao ir para um continente diferente. Entrei para o Escutismo aos 6. Acabei o Secundário e entrei para a Faculdade aos 17. Aos 18 fiz Erasmus. Aos 19 tirei a Carta de Condução. E em toda a minha vida conheci pessoas fantásticas que, possivelmente, permanecerão nela. Sofri também várias desilusões mas que me fizeram ser a pessoa forte que sou hoje. São estas "pequenas" coisas que me vão tornando num ser que me orgulha ver. 
Estou quase de saída das "saias da mãe" e muito sinceramente, pronto para enfrentar as adversidades que vierem daí para a frente. Sei que podem ser complicadas, mas ao longo da minha vida tenho sentido várias complicações na 'pele' mas tenho ultrapassado todas com sucesso. 'É a vida'. 
Daqui para a frente quero acabar a licenciatura, começar o curso de comissário de bordo e candidatar-me para companhias. Se esta última parte não correr do jeito que eu quero, tenho um plano B: sair do país, ir para uma capital e arranjar emprego num hostel e ser guia turístico. Pode não ser tão linear assim, mas se tiver de recorrer a este plano, voou fazer com as coisas corram da melhor maneira possível. Desta forma, vou melhor o meu 'à vontade' com as pessoas, assim como as línguas que tenho vindo a aprender e que me vão dar jeito para o meu futuro emprego. Ainda assim, só Deus sabe o que virá.
Aproveito este post para agradecer a todos os que me acompanham e que me servem com palavras deliciosas. Dessa forma, ganho ânimo para continuar com este espaço que é tão meu e que tem uma fatia significativa na minha vida.


Agora, vou aproveitar o dia e a vida a ser feliz (e maluco) junto das pessoas que eu adoro.
Obrigado por tudo, xx.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O que levo na minha mochila de campismo?

Da mesma forma que muitas vloggers/bloggers fazem este tipo de "tag" por essa internet fora, quis trazer algo semelhante mas mais adequado a mim. Neste post vou tentar mostrar os items que costumo levar para uma atividade de fim de semana. A próxima, e para a qual estou a preparar esta mochila, vai ser o Dravim, a realizar-se este fim de semana na Drave.

A Farda. É o meu mais importante desta lista visto que é aquilo que é obrigatório. Constitui-se em: Camisa e T-shirt, Calções, Meias e Jarreteiras/Elásticos ( mais umas peúgas para não magoar), o Lenço, as Botas de montanha e uma Sweatshirt.

Mochila, Saco-cama e Colchonete. O primeiro serve para transportar tudo aquilo que preciso de levar, o segundo vai ser a minha "cama" enquanto estiver em atividade e o terceiro serve para não ter contacto direto com o chão e não deixar o frio passar.

Calças + cinto. Como vai ser uma atividade mais soft, decidi levar um par de calças para a noite, quanto estiver mais frio.
T-shirts Escutistas. Se é uma atividade de escuteiros, naturalmente vou levar t-shirts escutistas. Neste caso são duas, visto que a atividade é pequena.
Toalha de fibra. Para nos limpar de manhã, após lavar a cara, ou caso queira ir Às lagoas. De fibra porque ocupa menos espaço e a sua secagem é rápida.
Chapéu. Para proteger do possível sol que se faça sentir ( ou para usar se estiver num bad hair day).

 Tapa-ouvidos. Manta. (quase sempre usado em atividades de inverno/mais frias). Almofada. 

Necessaire com produtos de higiene. Toalhitas. Repelente de insetos. Protetor Solar. 

 Par de sapatilhas extra. Lanterna. Roupa Interior. Papel Higiénico.

 Casaco polar.

 Duas mochilas. Uma para levar pertences pessoais e comida e uma outra para levar os utensilios de cozinha necessários para comer as refeições (copo, talheres, prato e pano)

Fora isto também vou levar uns calções de banho e uns sapatos de água caso haja a possibilidade de ir às lagoas. 
Os items variam de atividade para atividade, mas quando são atividades mais pequenas, no geral, é isto que eu levo. Quando são maiores, ou noutras estações do ano, as coisas mudam.



terça-feira, 3 de outubro de 2017

1 Year After



1 year ago, I was arriving in the city that I was going to call home for the next semester. Prague, the capital of Czech Republic surprised me every single day, in every single moment.  I've never thought that I was going to love Prague as much as I did, but every corner, every person and every place were magic and made me fall in love with the city of my dreams.

domingo, 1 de outubro de 2017

Setembro 20.17

É ao escrever este tipo de posts, no final de cada mês, que vejo que este foi muito preenchido. Setembro não foi diferente.

Setembro foi o mês dos reecontros. Reencontrei a Pascale, uma amiga inglesa de Erasmus que veio passar uns dias a Portugal, e a Mariana, a minha peixinha fofa que já não via desde que ela deixou Praga, em Fevereiro. Reencontrei muito mais pessoal de Erasmus, como a Madalena, a Sofia, o Toni, o Morais e o Moelas quando fui a Lisboa no início do mês. Ainda na capital, voltei a ver o João, um escuteiro de Viseu que conheci no Acanac. No meu retorno a Bragança, para o início de mais um ano lectivo, reencontrei a Catarina, a Rita, a Andreia e (quase) todos os amigos que lá fiz.

Em Setembro, mais especificamente no dia 15, celebrei 10 anos de amizade com a minha melhor amiga, sendo que este foi o ponto alto do meu mês. Apesar de já não a ver há algum tempo e de não estarmos muitas vezes juntos, falamos quase todos os dias e o suporte que damos um ao outro é notório. Tenho imenso orgulho nela, na pessoa em que se tornou e naquilo que conquistou nestes 10 anos em que estou ao seu lado. Ouvi dizer que quando uma amizade tem mais de 7 anos, é uma amizade para a vida. Assim o espero.

A nível escutista, fui reeleito Relações Públicas do meu Clã e eleito Secretário do mesmo. Isso quer dizer que a partir de agora terei mais responsabilidades e poderei estar presente em todos os Conselhos de Guias, tendo voto em tudo aquilo que for discutido. Vi a Cris, a minha chefe de Clã, a ser eleita Chefe de Agrupamento e a minha prima a passar para os pioneiros. Nesse dia, não cabia em mim com tanta felicidade e tanto orgulho de duas pessoas que, à sua maneira, me dizem muito.  

Em Setembro despedi-me do Bibofir, o meu spot de Verão; como já disse, voltei a Bragança e praxei pela primeira vez; voltei a andar de avião, e apesar de ter sido por pouco tempo, deu para matar as saudades e por fim, vi uma das primas a casar-se, sentindo-me cada vez mais velho e ficando felicíssimo por ela.

Que Outubro, por ser o meu mês, seja o melhor do ano! 
" Já dizia o Sr. Disney, se podemos sonhar, podemos concretizar! Vai acontecer!!!! "
- Inês Mota, Bobby Pins.


*Fotografia da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

sábado, 30 de setembro de 2017

Lisboa, Portugal | Nicolau Lisboa

Para último post sobre a minha ida a Lisboa, falo-vos do local escolhido para tomar o pequeno almoço na minha última manhã na capital:o Nicolau Lisboa. Tive como companhia a Madalena, o que fez com que este pequeno-almoço não fosse só mais um mas muito especial, visto que nenhum de nós tinha a certeza quando nos íamos voltar a ver e por isso mesmo íamos aproveitar o tempo da melhor forma possível.
Procuramos imenso pelo local, apesar de ser numa parte bem central da baixa e depois de chegarmos, apesar do estabelecimento estar cheio, esperamos apenas uns dois ou três minutos - algo que não aconteceria se tivéssemos ido durante a tarde. 
Eu pedi a tão famosa açaí bowl com granola e fruta e um 'Chá Gelado Nicolau' e a Madalena pediu uma tapioca de queijo e fiambre e um smoothie de fruta. Posso dizer desde já, que passei a adorar açaí e espero encontrar rapidamente um local que o venda.
Tenho dito sempre isto em todas as minhas reviews sobre estabelecimentos alfacinhas, mas ainda bem que assim o é: os funcionários foram super simpáticos e o serviço super rápido. O espaço também era super agradável e super fancy, sendo que apenas reparei em certos pormenores quando fui ao seu interior para pagar.
É um local cinco estrelas e com toda a certeza, na minha próxima visita à capital, uma paragem obrigatória para provar outros produtos que são imagem de marca do Nicolau Lisboa.
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Nicolau Lisboa: R. São Nicolau 17, 1100-026 Lisboa

+ de Lisboa, Portugal: Check | Chinês Clandestino | Las Ficheras | Sushi Factory

*Fotografia/Montagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Lisboa, Portugal | Sushi Factory

A partir do momento em que marquei a minha viagem a Lisboa que sabia que tinha de ir a um dos dois restaurantes que há muito estavam na minha cabeça: o Arigato Sushi, no Campo Pequeno, ou o Sushi Factory, no LX Factory. Depois de dizer ao mesmo irmão que ia visitar o LX Factory ao final da tarde de quarta, ele disse-me para ficar por lá visto que íamos jantar ao restaurante de sushi do local. 
O Sushi Factory tem um espaço agradável, amplo e com imensa luz. Os funcionários são simpáticos e o serviço é rápido. O sushi (all you can eat) é bem servido e vem com vários tipos de peças, sendo que dessas peças tenho duas coisas más a apontar: um dos tipos parecia que tinha carne e outro tinha aquilo que parecia atum enlatado com maionese. Tirando esses dois tipos, todas as outras peças eram muito saborosas e a qualidade era notória. 
Se me perguntarem se recomendo o local, a resposta é 'sim', visto que não é assim tão caro para a qualidade apresentada - no 'all you can eat', claro, quanto ao resto não sei - mas não será de todo a minha primeira escolha ou recomendação.
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Sushi Factory: R. Rodrigues de Faria, 1300-299 Lisboa

+ de Lisboa, Portugal: Check | Chinês Clandestino | Las Ficheras

*Fotografias/Montagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

sábado, 23 de setembro de 2017

Lisboa, Portugal | Las Ficheras

O Las Ficheras foi o local escolhido para um almoço tardio com uma amiga lisboeta que esteve comigo em Praga. Só estive com ela durante uma semana mas a amizade que aí se gerou foi das melhores que eu fiz nesse período da minha vida.
Este restaurante mexicano - algo novo para mim - fica entre a Rua Cor de Rosa e o Time Out - Mercado da Ribeira, no Cais do Sodré. Assim que chegamos, escolhemos o menú almoço que consistia em bebida, café e um burrito Las Ficheras, uma das especialidades da casa
O restaurante estava totalmente vazio e possivelmente, por isso mesmo, fomos atendidos e servidos rapidamente. O burrito estava ótimo mesmo tendo abacate, puré de feijão e ter estado um pouco picante - coisas que abomino, mas que conjugadas no burrito, até sabiam bem.
O restaurante tem um espaço agradável, uma ótima decoração e o staff foi super simpático e atencioso connosco. A comida também veio em muita quantidade e com uma qualidade cinco estrelas, com um preço relativamente acessível - em relação à quantidade e qualidade, claro. Os meus pais e o meu irmão já lá tinham ido alguns meses antes e também me deram o parecer deles, que vai muito de encontro ao meu.
+ de Lisboa, Portugal: Check | Chinês Clandestino

*Fotografia/Montagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

sábado, 16 de setembro de 2017

Lisboa, Portugal | Chinês Clandestino

"Chinês Clandestino" dá nome a vários restaurantes que são isso mesmo, chineses e clandestinos. Localizam-se no interior de um apartamento, habitável ou não, onde a comida é feita por pessoas chinesas nas cozinhas desses mesmos apartamentos. Apesar de terem este nome são muito conhecidos e alguns deles até têm páginas na Zomato e no TripAdvisor e já apareceram em inúmeros meios de comunicação. 
Aquele à qual eu fui situa-se numa rua no Martim Moniz, em Lisboa. Ao entrar nesta zona da cidade parece que estamos a mudar de país - algo super giro e equipara Lisboa a outras grandes capitais europeias, como Londres ou Paris. 
A ideia de ir a este restaurante foi-me dada pelo meu irmão quando ele lá foi pela primeira vez e o facto de eu ser bastante picuinhas, fez-me querer sair da minha zona de conforto e ir jantar a um destes tão famosos restaurantes.
Pedimos crepes de camarão e de vegetais para entrada e um Happy Family para prato principal. Este prato é feito à base de lulas, carne de frango e de pato e camarão, envolvidos em vegetais e num molho super saboroso com arroz a acompanhar. 
A refeição estava ótima, saímos de lá cheios e o preço, pelos dois (entradas, bebidas e prato principal), rondou os 15 euros - nada caro para a quantidade de comida. À experiência dou mil estrelas e fica a promessa de repetir e de mostrar este local a outras pessoas.
+ de Lisboa, Portugal: Check

*Fotografias/montagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Lisboa, Portugal | Check

A minha viagem a Lisboa foi feita, maioritariamente, para estar com amigos que já não via há algum tempo, sejam eles de Erasmus ou dos Escuteiros. Ainda assim consegui visitar locais que há muito estavam na minha bucketlist Lisboeta.
Três dos locais dessa bucketlist eram em Belém: o LX Factory, o Village Undergroud e MAAT - Museu de Arte, Arquitectura e Tecnologia. Logo depois de um almoço tardio com uma amiga rumei até Belém e consegui visitar os três espaços. 
Confesso que fiquei um pouco desiludido com o MAAT, por ser muito mais pequeno do que aquilo que tinha em mente - apesar de ter tirado imensas fotos do seu "rooftop" e adorar a sua arquitectura - e com o Village Undergroud, que apenas tinha 5 ou 6 pessoas no espaço e não tinha nada de relevante em exibição, a não ser as coisas já permanentes como as pinturas de parede e os "edifícios" si - pensava que ia estar totalmente cheio e que ia ter imensas coisas giras expostas.
Por sua vez, o LX Factory superou expectativas. É espectacular, em apenas um espaço, existirem vários tipos de estabelecimentos: lojas, cafés, restaurantes dos mais variados tipos, uma livraria/café, uma discoteca, um hostel,.. para além de que está tudo super bem decorado e super cosy. Iniciei o final da tarde no Rio Maravilha, um café no topo de um dos prédios com uma vista fantástica sobre a Ponte 25 de Abril e o Tejo e acabei no Sushi Factory, um restaurante com um dos melhores sushis que já comi.

Aproveitei ainda a minha estadia na capital para ir à Muji. Experimentei o material de papelaria e fiquei bastante agradado com as canetas e os highlighters, sendo que trouxe três de cada tipo. Queria ter trazido um notebook para iniciar o meu Erasmus Journal mas o preço levou a melhor.

A minha estadia por Lisboa foi curta mas aproveitei cada momento. A próxima vai ser uma visita mais cultural visto que existem vários museus e locais históricos a quererem ser visitados.

*Fotografias/montagem da minha autoria. Não utilizar sem autorização prévia*

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Coisas que Odeio quando Viajo


Pessoas que se levantam logo que o avião aterra e criam confusão dentro do mesmo. Calma lá pessoal, vocês vão acabar por sair do avião. Quanto mais confusão fizerem, mais tempo vão ficar aqui dentro.

Pessoas que nem sequer perguntam se podem inclinar o banco. Aconteceu-me uma vez, logo que cheguei ao avião e nem precisei de dizer nada, o comissário de bordo encarregou-se disso. Acho que só é preciso ter o mínimo de noção para que isto não aconteça.

Pessoas que andam devagar. Por natureza, ando bastante rápido. Faz-me confusão estar no meio de multidão, num shopping ou dentro de um supermercado. Quando viajo para uma cidade/país diferente, apesar de querer ver as coisas com calma, faz-me demasiada impressão as pessoas terem uma lesma dentro delas.

Quando criam barreiras por não sermos nativo. Desde o facto de não entenderem o inglês ou aquilo que queremos dizer até serem rudes connosco por estarmos a "invadir" o local deles. Compreendo, em parte, mas vá lá, se vierem ao nosso querido país, podem ter a certeza que isso não vai acontecer. Chill bros.

Os preços excessivos praticados para turistas. Os souvenirs, os menus de turista, os preços de quartos de hotel ou sightseeing buses. É um absurdo porem os preços altíssimos só por sermos turistas. Queremos vivenciar a cidade como um nativo e esses preços não nos vão ajudar em nada.

Quando fico sem espaço na mala. Tenho um certo cuidado com este ponto mas às vezes acaba por acontecer. Desde roupa a mais até às demasiadas compras no local que estamos a visitar. Acho que espaço acaba por faltar sempre, mesmo que a mala feche sem qualquer problema.

Filas. Odeio esperar e ser esperado, por isso mesmo as esperas e os atrasos são coisas que me deixam extremamente aborrecidos. Então lá fora, uiiii... nem se fala. Estar a perder tempo quando ele já é escasso, deixa-me super enervado. 

Voltar. Apesar de adorar a minha cama, a minha família, os meus amigos e o meu país, custa-me sempre voltar. A minha vontade de sair daqui e viver lá fora e enorme, e apesar de serem poucos dias, já são o suficiente para me habituar. Por um mundo onde viver lá fora é mais fácil.

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Identificam-se com alguma coisa desta lista? Contem-me nos comentários.

*Fotografia retirada do Pexels.com*